
Um velho resolveu vender seu burro na feira da cidade. Como iria retornar andando, chamou seu neto para acompanhá-lo. Montaram os dois no animal e seguiram viagem. Passando por umas barracas de escoteiros, escutaram os comentários críticos:

A IDENTIDADE de “umbandista”, na maioria das vezes, é algo que deve ser criado, por meio de cultura, informação e fundamentação da fé religiosa na Umbanda.
Se o praticante, adepto ou frequentador não se sentir “umbandista” não irá criar para si esta identidade. Temos ainda um problema no Brasil, a Igreja católica criou a identidade de “católico” mesmo para quem não frequenta e não acredita no catolicismo. Assim, as pessoas acreditam que ser católico não tem nada a ver com crença e sim com um rótulo, uma forma de etiqueta, que lhe foi colocado por meio do batismo e que só pode assumir outro “rótulo” se passar por uma “desrotulação” e nova rotulação. Um problema, afinal, pertencer a uma religião de fato tem a ver com sua crença, sua fé, seus valores, sua verdade e claro, com certeza, sua prática.
E assim temos milhares, ou milhões de pessoas, que acreditam na Umbanda, frequentam a Umbanda, tem sua verdade na Umbanda, encontraram seus valores na Umbanda e ainda carregam um rótulo de católico. Afinal, este é um rótulo de comodidade, ao se afirmar católico, evita-se qualquer conversa sobre religião, não há mais nada a ser dito.
Caso alguém queira questionar, se encerra o assunto dizendo que é católico não praticante e que, inclusive, é “um pouco” espiritualista ou esotérico.
Agora, para afirmar uma identidade Umbandista, é preciso saber explicar o que é Umbanda, é preciso estar pronto para as reações mais preconceituosas, é preciso ter sua fé fundamentada, é preciso estar seguro do que é a Umbanda. Para afirmar esta identidade. é precimo mais que apenas frequentar, é preciso conhecer. A Umbanda não deve vir como um rótulo. Muitos procuram a Umbanda e querem logo se batizar para trocar de rótulo e, quando lhe perguntam sua religião, dizem: sou umbandista, batizado e confirmado!
Seja, sim, umbandista, mas não carregue isso como um novo rótulo, seja umbandista por amor, consciência e conhecimento de causa. Seja umbandista por reconhecer a verdade na Umbanda, seja umbandista por crer na Umbanda, seja umbandista por viver a Umbanda de corpo, alma e coração.
Quando isto acontecer de fato, então, encha o peito de ar e diga com todas as letras de forma bem aberta e clara, com orgulho: EU sou UMBANDISTA.
por: Alexandre Cumino
Fonte: Jornal de Umbanda Sagrada
Equipe Umbanda Sete
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| retirado de: http://www.redeamigoespirita.com.br/group /mediunidade/forum/topics/consciencia-e-mediunidade |
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| retirado de: http://ciganosencantados.blogspot.com.br/ 2013/10/exu-gato-preto.html |
Só quem constrói o futuro tem o direito de julgar o passado
Em geral, quem constrói o futuro está muito ocupado para julgar o passado. Desde pequenos, quando recebemos notas na escola, nos acostumamos com avaliações e julgamentos. Ao julgarmos o passado - de uma época ou de uma pessoa -, sentimos a falsa segurança de ter fechado uma porta.
Ao mesmo tempo, todo julgamento esconde o orgulho de quem se considera dono da verdade. Também revela grande insegurança. De sua posição inatingível, aquele que julga se comporta como soberano e crítico das ações alheias.
Como a vida é um caminho para a frente, é muito mais produtivo construir o que vai acontecer do que analisar o que já passou, como nos diz Nietzsche. Além disso, as pessoas que agem estão livres de preocupações, que normalmente ocupam a cabeça das que não se movem.
Podemos observar o mundo de duas maneiras: virando a cabeça para trás ou prestando atenção no que temos à nossa frente.
E você? Que caminho prefere?
Retirado do livro Nietzsche psrs estressados de Allan Percy
Créditos: JUCA - Jornal de Umbanda Carismática.
Tenho a intenção de processar a revista “Fortune”, porque fui vítima de uma omissão inexplicável. Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo, e nesta lista eu não apareço. Aparecem: o sultão do Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro.
Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros, e os mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga.
Mas eu não sou mencionado na revista.
E eu sou um homem rico, imensamente rico. Como não? Vou mostrar a vocês:
Eu tenho vida, que eu recebi não sei porquê, e saúde, que conservo não sei como. Eu tenho uma família, esposa adorável, que ao me entregar sua vida me deu o melhor para minha; filhos maravilhosos, dos quais só recebi felicidades; e netos com os quais pratico uma nova e boa paternidade.
Eu tenho irmãos que são como meus amigos, e amigos que são como meus irmãos. Tenho pessoas que sinceramente me amam, apesar dos meus defeitos, e a quem amo apesar dos meus defeitos. Tenho quatro leitores a cada dia para agradecer-lhes porque eles lêem o que eu mal escrevo. Eu tenho uma casa, e nela muitos livros (minha esposa iria dizer que tenho muitos livros e entre eles uma casa).
Eu tenho um pouco do mundo na forma de um jardim, que todo ano me dá maçãs e que iria reduzir ainda mais a presença de Adão e Eva no Paraíso. Eu tenho um cachorro que não vai dormir até que eu chegue, e que me recebe como se eu fosse o dono dos céus e da terra.
Eu tenho olhos que vêem e ouvidos para ouvir, pés para andar e mãos que acariciam; cérebro que pensa coisas que já ocorreram a outros, mas que para mim não haviam ocorrido nunca.
Eu sou a herança comum dos homens: alegrias para apreciá-las e compaixão para irmanar-me aos irmãos que estão sofrendo. E eu tenho fé em Deus que vale pra mim amor infinito. Pode haver riquezas maiores do que a minha? Por que, então a revista “Fortune” não me colocou na lista dos homens mais ricos do planeta?
E você como se considera? Rico ou pobre?
Há pessoas pobres, mas tão pobres, que a única coisa que possuem é… DINHEIRO.