Páginas

sábado, 22 de janeiro de 2011

Agradecimento

agradecer01

Vocês já devem ter visto na rua aqueles banners agradecendo à determinado Santo pela graça alcançada certo?

O que vou postar hoje é algo semelhante, só que ao invés de ser na rua será via internet onde a circulação é maior então muito mais gente verá do que se eu fizer um banner e colocar na rua, afinal a internet abrange o mundo inteiro e o blog tem visitantes estrangeiros, então meu agradecimento circulará o mundo todo se ao menos um de cada país acessar este blog.

Pedir é bom, caro leitor, pedir é ótimo, encher o coração de esperança de que o Orixá que você pediu vai atender ao seu pedido … não existe sensação melhor, aliás existe, o agradecimento é tão bom quanto pedir.

Agradecer é ótimo e faz bem pra alma e é o que falta na maioria das pessoas, elas vão pra pedir, mas dificilmente voltam pra agradecer.

Hoje eu quero deixar registrado aqui meu agradecimento à Obaluaê pela benção concedida de muitas que já me foram dadas.
Obrigada Obaluaê, Atotô!!

Encerro essa postagem aqui, caro leitor.

Se você puder divulgue essa postagem nas redes sociais para que o mundo inteiro acesse esse blog e essa mensagem.

Leia Mais ►

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Uma questão de fé

Caro leitor,
Espero que tenha passado bem as festas de fim de ano, e já estamos em 12 de janeiro de 2011 e eu não postei nada desde o dia 1 de janeiro, então pra começar o ano bem, essa postagem tem como objetivo mudar alguns conceitos dos frequentadores de terreiro de Umbanda.

Como disse anteriormente escuto com certa frequência a rádio Voz de Aruanda, e na programação de Umbanda Hits na qual é tocada praticamente todas as músicas da Rita Ribeiro, no meio delas tem essa música que eu postarei aqui.

O que vi de interessante nessa música para colocar aqui, é que apesar do rapaz ter perdido tudo, ele não perdeu a fé e mesmo depois que ele ficou bem ele também não esqueceu a entidade que o ajudou (coisa que a grande maioria faz, infelizmente, ir pra pedir todos vão, na hora de agradecer e continuar indo … infelizmente é a minoria que faz isso) E posto essa música com o intuito de mudar isso, com o intuito de que as pessoas percebam que não é só ir ao terreiro pra pedir, mas sim pra agradecer, pra continuar frequentando ou você, caro leitor só é umbandista quando precisa de alguma coisa e quando consegue você volta a ser católico?
Pense nisso ….




PG - Desempregado....
Leia Mais ►

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011


Meus queridos leitores,
Agradeço por vcs me acompanharem o ano todo, me admiro com a quantidade de visitas que venho tendo, espero que aumente cada vez mais em 2011.
Desejo à todos vocês um 2011 cheio de paz, saúde, prosperidade, harmonia, união, sucesso, realizações, alegria e que cada um de vocês encontre a tão desejada felicidade.

É 2010 acabou mas 2011 ta aí para novas oportunidades, para renovar a esperança, para novas conquistas... para seguirmos em frente na grande caminhada da vida... e espero que vocês me acompanhem nela por muito tempo.
Obrigada por existirem,

Milly Pellegrini
Leia Mais ►

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Festa do Exu Tiriri

Olá caros leitores,

Eu ouço com certa frequência a rádio Voz de Aruanda e em uma das programações de Exu, ouço a curimba (música), que posto a letra logo abaixo, que quem a compôs estava muito inspirado de tão maravilhosa que ela é. Resolvi pesquisar para descobrir o nome para que eu pudesse fazer o download e descobri que o nome é: Festa do Exu Tiriri.

Tem uma parte muito curiosa nessa música que, pra mim, descreve o que é Exu:

“Exú é caminho, é energia, é vida, é determinação, é
cumpridor da Lei. Exú é esperto. Exú é guardião. Exú é
trabalho, é alegria, veloz. Exú é viver. É a magia, é o
encanto, é o fogo, é o sangue na veia vibrando. Exú é
prazer.”

É uma música linda, que vale ser ouvida, ser aprendida e levada para dentro dos terreiros, e ser tocada para a chegada dos exus. Fica a dica.

 
Exu Tiriri da Calu...

exu_tiririFesta do Exu Tiriri

Deu meia noite em ponto o galo cantou(2x)
Cantou pra anunciar que Tiriri chegou(2x)
Ele vem da Calunga de capa, cartola e tridente na
mão. Esse Exú de fé é quem nos trás Axé e nos dá proteção.
Ele é Exú Odara e vem nos ajudar, com seu punhal ele fura, ele corta demanda, ele salva, ele cura.
Exú Amojubá
Laruê
Laruê Exú, Exú Amojubá
Eu perguntei a ele o que é Exú, ele vem me falar
Laruê Exú
Laruê Exú, Exú Amojubá
Eu perguntei a ele o que é Exú ele vem me falar
Exú é caminho, é energia, é vida, é determinação, é
cumpridor da Lei, Exú é esperto, Exú é guardião, Exú é
trabalho, é alegria veloz, Exú é viver, é a magia, é o
encanto, é o fogo, é o sangue na veia vibrando, Exú é
prazer.
Laruê
Laruê Exú, Exú Amojubá
Tras sua falange Exú Tiriri para trabalhar
Laruê Exú
Laruê Exú, Exú Amojubá
Tras sua falange Exú Tiriri para trabalhar.
Vem seu Tranca-Ruas, Maria Padilha e Exú Marabô
SETE SAIAS, POMBA GIRA, CIGANA E POMBA GIRA CIGANA
Sete Encruzilhadas, se Zé Pilintra aqui chegou
Maria Mulambo, Maria Farrapo e Dona Figueira
Dona Sete Saias, Pombogira menina e Rosa Vermelha
Sete Catacumbas, Exú Caveira firmam ponto aqui
e o Exú Capa Preta anunciou a festa do Exú Tiriri
Deu meia noite em ponto!

Leia Mais ►

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Exu

guardião da meia noite

Exu … a figura controversa da Umbanda que as pessoas amam associar ao diabo cristão …. o que não é uma idéia muito correta, pois o diabo cristão só faz o mal, trabalha para os mortais cometerem os piores pecados afim de terem suas almas ao final da vida carnal, contudo lendo o livro Guardião da Meia Noite a idéia de Exu é diferente do que muitos tem, se você não leu esse livro, não sei o que está esperando, pois é uma leitura tranquila e envolvente.

Retirei uma parte desse livro de Rubens Saraceni, o qual o Guardião dos Sete Portais das Trevas explica ao Guardião da Meia Noite como ele obteve todo seu poder.

exudosseteportais

“Sempre dormi com um olho aberto. Nunca deixei uma ofensa sem resposta, nem um inimigo mais fraco sem conhecer o meu poder. Nunca deixei de respeitar um igual ou de temer a um mais forte. Foi assim que consegui tanto poder.

Também nunca saí da lei do carma. Não derrubo quem não merece, nem elevo quem não fizer por merecer. Não traio a ninguém mas também não deixo de castigar um traidor. Leve o tempo que for necessário, eu o castigo. Não castigo um inocente mas não perdôo um culpado. Não dou a um devedor mas não tiro de um credor. Não salvo a quem quer se perder mas não ponho a perder quem quer se salvar. Não ajudo a morrer quem quer viver mas não deixo vivo quem quer se matar. Não tomo de quem achar mas não devolvo a quem perder. Não pego o poder do senhor da Luz mas não recuso o poder do senhor das Trevas. Não induzo alguém a abandonar o caminho da Lei mas não culpo quem dele se afastou. Não ajudo alguém que não queira ser ajudado mas não nego ajuda a quem merecer. Sirvo à Luz mas também sirvo às Trevas. No meu reino eu mando e sei me comportar. Não peço o impossível mas dou apenas o possível. Nem tudo que me pedem eu dou mas nem tudo que dou é porque me pediram.

Só respeito à Lei do Grande da Luz e das Trevas e nada mais. É por isso que o Grande exige de mim, portanto é isto que eu exijo dos que habitam o meu reino. Não faço chorar o inocente mas não deixo sorrir o culpado. Não liberto o condenado mas não aprisiono o inocente. Não revelo o oculto mas não oculto ao que pode ser revelado. Não infrinjo à Lei e pela Lei não sou incomodado. “

Retirado do livro
O Guardião da Meia Noite de
Rubens Saraceni

Tenho como objetivo, caro leitor, que após você ler essas sábias palavras possa compreender melhor que exu não faz só o mal, ou necessariamente faz o mal, exu faz o bem, trabalha para o bem. Nesse livro, o Guardião da  Meia Noite trabalha junto do Cavaleiro da Estrela Guia (um ser da Luz),  de caboclos, pretos-velhos, ou seja espíritos de Luz e de grande evolução que só fazem o bem. Enfim a idéia é quebrar esse pensamento preconceituoso que as pessoas tem dos Exus.

Laroiê Exu!!!

Até a próxima !!! Smiley de boca aberta

Leia Mais ►

sábado, 27 de novembro de 2010

De Volta a Nosso Lar…

A única certeza que temos da vida é que um dia morreremos e teremos de acertar as contas com Deus, de tudo o que fizemos aqui, por isso aprendemos desde pequenos para sempre fazer o bem e cumprir nossa missão da melhor forma possível, para no final podermos realmente descansar em paz e evoluirmos. A mediunidade faz parte da missão de alguns, ela pode ser mediunidade de vidência, incorporação, audição, a esquecida Xenoglossia, psicografia, dentre outras, e esses dons devem ser usados na base da caridade, ou seja não cobrar pelos serviços prestados, pois a informação que recebemos não é nossa, e sim de um espírito que nos ensina a resolver determinados problemas e situações, porque se dependessemos do nosso conhecimento não ajudaríamos metade de quem nos pede ajuda, no entanto existem os mercenários de plantão que cobram pelo uso de seus dons e como tudo que tem uma ação, tem uma reação, aqui não seria diferente, existe consequências e cobranças pelo que fazemos com nossos dons. Dom que Deus nos deu não pode ser usado para benefício próprio, financeiro menos ainda.

Vou postar abaixo um artigo do JUS sobre os 7 médiuns fracassados, que sirva de aprendizado e lição aos mercenários de plantão.

republicadosespiritosDe volta a Nosso Lar
7 Médiuns Fracassados


PRIMEIRO CASO

"aos vinte anos de idade fui chamado à tarefa mediúnica... A vidência, a audição e a psicografia, que o Senhor me concedera, por misericórdia... Entretanto, apesar das lições maravilhosas de amor evangélico, inclinei-me a transformar minhas faculdades em fonte de renda material... não era meu serviço igual a outros? Não recebiam os sacerdotes católicos-romanos a remuneração de trabalhos espirituais e religiosos? Se todos pagávamos por serviços ao corpo, que razões haveria para fugir ao pagamento por serviços à alma?

Debalde, movimentaram-se os amigos espirituais aconselhando-me o melhor caminho. Em vão, companheiros encarnados chamavam-me a esclarecimento oportuno. Arbitrei o preço das consultas, com bonificações especiais aos pobres e desvalidos da sorte, e meu consultório encheu-se de gente.

grande número de famílias abastadas tomou-me por consultor habitual, para todos os problemas da vida. As lições de espiritualidade superior, a confraternização amiga, o serviço redentor do Evangelho e as preleções dos emissários divinos ficaram
à distância.
Não mais a escola da virtude, do amor fraternal, da edificação superior, e sim a concorrência comercial, as ligações humanas legais ou crimonosas, os caprichos apaixonados, os casos de polícia e todo um cortejo de misérios da Humanidade, em suas experiências menos dignas...

E transformei a mediunidade em fonte de palpites materiais e baixos avisos.

- Mas a morte chegou... a ronda escura dos consulentes criminosos, que me haviam orecedido no túmulo, rodeou-me a reclamar palpites e orientações de natureza inferior. Queriam notícias de cúmplices encarnados, de resultados comerciais, de soluções atinentes a ligações clandestinas. Gritei, chorei, implorei, mas estava algemado a eles por sinistros elos mentais.


SEGUNDO CASO


Fiz quanto pude - exclamava uma velhinha simpática para duas companheiras que a escutavam atentamente - ... mas... e o marido? Amâncio nunca se conformou.

Se os enfermos me procuravam no receituário comum, agravava-se-lhe a neurastenia; se os companheiros de doutrina me convidavam aos estudos evangélicos, revoltava-se ciumento. Que pensam vocês? Chegava a mobilizar minhas filhas contra mim. Como seria possível, em tais circunstâncias, atender a obrigações mediúnicas?

Todavia - ponderou uma das senhoras que parecia mais segura de si -, sempre temos recursos e pretextos para fugir às culpas. Encaremos nossos problemas com realismo. Há de convir que, com o socorro da boa vontade, sempre lhe ficariam alguns minutos na semana e algumas pequenas oportunidades de fazer o bem.


TERCEIRO CASO


Para trabalharmos com eficiência - tornou a companheira, sensata -, é preciso saber calar, antes de tudo.

Teríamos atendido perfeitamente aos nossos deveres, se tivéssemos usado todas as receitas de obediência e otimismo que fornecemos aos outros.

Não executei minha tarefa mediúnca, em virtude da irritação que me dominou, dada a indiferença dos meus familiares pelos serviços espirituais. Nossos instrutores, aqui, muito me recomendaram, antes, que para bem ensinar é necessários exemplificar melhor. Entretanto, por minha desventura, tudo esqueci no temporário da Terra.

Não suportava qualquer parecer contrário ao meu ponto de vista, em matéria decrença, incapaz de perceber a vaidade e a tolice dos meus gestos.

mediunidade-400x250

QUARTO CASO

Preparei-me o bastante para resgatar antigos débitos e efetuar edificações novas; contufo, não vigiei como s eimpunha. O chamamento ao serviço ressoou no tempo próprio, orientando-me o raciocínio a melhores esclarecimentos; nossos instrutores me proporcionavam os mais santos incentivos, mas desconfiei dos homens, dos desencarnados e atpe de mim mesma.  Nos estudiosos do plano físico, envergava pessoas de ma fé; nos irmãos invisíveis, presumia encontrar apenas falhofeiros fantasiados de orientadores e , em mim mesma, receava as tendências nocivas. Muitos amigos tinham-me em conta de virtuosa, pelo rigorismos das minhas exigências; todavia, no fundo, eu não passava de enferma voluntária, carregada de aflições inúteis…

[…] o receio das mistificações prejudicou minha bela oportunidade.
-É, minha amiga – tornou a interlocutora –, é tarde para lamentar. Tanto tememos as mistificações, que acabamos por mistificar os serviços de Cristo.

QUINTO CASO

- Faltou-me o amparo da esposa. Enquanto a tive a meu lado, verifica-se profundo equilíbrio em minhas forças psíquicas. A companhia dela, sem que eu pudesse explicar, compensava-me todo gasto de energia mediúnica. Minha noção de balanço estava nas mãos de minha querida Adélia. Esqueci-me, porém, de que o bom servo deve estar preparado para o serviço do Senhor, em qualquer circunstância…

Quando me senti sem a dedicada companheira, arrebatada pela morte, amedrontei-me, por sentir-me em desequilíbrio e, erradamente, procurei substituí-la, e fui acidentado.

Extremamente ligada a entidaes malfazejas, minha segunda mulher, com os seus devarios, arrastou-me a perversões sexuais de que nunca me supusera capaz. Voltei, insensivelmente, ao convívio de criaturas perversas e, tendo começado bem, acabei mal.

SEXTO CASO

No quadro dos meus trabalhos mediúnicos, estava a recordação de existências pregressas mas existe uma ciência de recordar, que não respeitei como devia.

Sentia, intuitivamente, a vívida lembrança de minhas promessas em “Nosso Lar”. Tinha o coração repleto de propósitos sagrados. Trabalharia, espalharia muito longe a vibração das verdades eternas. Contudo, aos primeiros contatos com o serviço, a excitação psíquica fez rodar o mecanismo de minhas recordações adormecidas, como o disco sob a agulha da vitrola, e lembrei toda a minha penúlyima existência, quando envergara a batina, sob nome de Monsenhor Alexandre Pizarro, nos últimos períodos da Inquisição Espanhola.

Foi, então, que abusei da lente sagrada a que me referi. A volúpia das grandes sensações, que pode ser tão prejudicial como o uso do álcool que embriaga os sentidos, fez olvidar os deveres mais santos… não estava satisfeito senão com rever meus companheiros visíveis e invisíveis, no setor das velhas lutas religiosas.

Impunha a mim mesmo a obrigação de localizar cada um deles no tempo, fazendo questão de reconstitui-lhes as fichas biográficas, sem cuidar do verdadeiro aproveitamento no cmapo do trabalho construtivo.

“A audição psíquica tornou-se-me muito clara; entretanto, não queria ouvir os benfeitores espirituais sobre tarefas proveitosas e sim interpelá-los, ousadamente, no capítulo da minha satisfação egoísyica.

“Não faltaram generosas advertências.”
Mas, qual! Eu não queria saber senão das minhas descobertas pessoais.

SÉTIMO CASO

“Tínhamos quatro reuniões semanais, às quais comparecia com assiduidade absoluta. Confesso que experimentava certa volúpia na doutrinação aos desencarnados de condição inferior. Para todos eles, tinha longas exortações decoradas, na ponta da língua. Aos sofredores, fazia ver que padeciam por culpa própria. Aos embusteiros, recomendava, enfaticamente, a abstenção da mentira criminosa, Os casos de obsessão mereciam-me ardor apaixonado. Estimava enfrentar obssessores cruéis para reduzí-los a zero, no campo da argumentação pesada. Somente aqui, de volta, pude verificar a extensão da minha cegueira.

“Por vezes, após longa doutrinação sobre a paciência, impondo pesadíssimas obrigações aos desencarnados, abria as janelas do grupo de nossas atividades doutrinárias para descompor as crianças que brincavam inocentemente na rua,

Isso, quanto a coisas mínimas, porque, no meu estabelecimento comercial, minhas atitudes eram inflexíveis. Raro o mês que não mandasse promissórias a protesto público. Lembro-me de alguns varejistas menos felizes, que me rogavam prazo, desculpas, proteção. Nada me demovia, porém. Os advogados conheciam minhas deliverações implacáveis.

Não conseguia perceber que a existência terrestre, por si só, é uma sessão permanente.
Passe para cá, qual demente necessitado de hospício. Tarde reconhecia que abusara das sublimes faculdades do verbo. Como ensinar sem exemplo, dirigir sem amor?

Entidades perigosas e revoltadas aguardaram-me à saída do plano físico…
[…] alguns bons amigos me trouxeram até aqui. E imagine o irmão que meu Espírito infeliz ainda estava revoltado.

- Desde então, minha atitude mudou muítíssimo, entendeu?
”…a multiplicidade de fenômenos e as singularidades mediúnicas reservam supresas de vulto a qualquer doutrinador que possua mais raciocínios na cabeça que sentimentos no coração.”

Fragmentos retirados do livro
Os Mensageiros, de Chico Xavier
Adaptado por: Alexandre Cumino
Créditos: JUS- Jornal de
Umbanda Sagrada

Leia Mais ►

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Reflexão …

Lendo o JUS me deparei com uma frase, que me fez refletir e espero que também te faça refletir.

orar

“Orar não é pedir.
Orar é a respiração da alma.
Como o corpo
que se lava não fica sujo,
sem oração, se torna impuro.”

Mahatma Ghandi
Créditos: JUS – Jornal
de Umbanda Sagrada

 

jesus_orarOrar nos deixa em paz. Orar nos deixa mais próximos de Oxalá e dos Orixás. Faz com que nossas cabeças sejam menos vazias para o diabo adentrar, aliás uma oração fecha as portas para o diabo (conhece o ditado: “Cabeça vazia é oficina do diabo.”?).

Enfim é isso caro leitor, se você não tem hábito de rezar, então crie esse hábito, pois com certeza você se sentirá melhor em meio a tantos problemas que a vida nos propõe pra resolver !!!

Até a próxima !!!!

Leia Mais ►